Daniel Bryan

Apple lança seu próprio cartão de crédito

Apple Card foi anunciado em evento da empresa e traz programa Daily Cash, um bônus de 2% a 3% em dinheiro por utilizar o serviço

Com mais de 10 bilhões de transações feitas pelo Apple Pay só em 2019, a Apple aposta agora no Apple Card, uma espécie de cartão de crédito que elimina taxas e juros, e é “tão fácil de usar como mandar uma mensagem para um amigo”.

No anúncio feito durante o evento da empresa hoje, 25/03, vimos que o cartão da Apple não tem taxas internacionais, nem multas por atraso ou taxas de inscrição, e pode ser adquirido pelo aplicativo, estando disponível para todos os aparelhos da Apple.

O serviço traz um programa semelhante ao programa de pontos dos cartões de crédito, mas chamado Daily Cash, que em vez de pontos reverte suas compras em dinheiro. É como se você ganhasse um bônus de 2% a 3% em dinheiro por utilizar o Apple Card em seus pagamentos.

A aposta da Apple em transformar-se em uma empresa de serviços financeiros é mais um passo da empresa para seu status de “gigante absoluta”, ou seja, uma empresa com diferentes frentes de atuação no mercado.

Fonte


Google lança OTT para ser o 'dono' dos games na nuvem

O Google anunciou nesta terça-feira, 18/03, durante a Game Developers Conference, nos Estados Unidos, o Stadia, uma nova plataforma de vídeo game que oferece acesso instantâneo a jogos em qualquer tipo de tela, seja uma TV, laptop, desktop, tablet ou smartphone. Na prática, o Stadia é uma OTT de games que quer ter um contato direto com os usuários, ou seja, precisa ter uma infraestrutura robusta capaz de minimizar ao máximo a latência da conexão. A novidade estará disponível em países selecionados como EUA, Canadá, Reino Unido e parte da Europa ainda neste ano. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil.

O Stadia usa a rede global de data centers do Google e libera os jogadores das limitações dos consoles e PCs tradicionais com sua plataforma de última geração. Além disso, a plataforma também permite que os desenvolvedores tenham acesso a recursos quase ilimitados para criar os jogos que sempre sonharam.

A OTT de games está integrada a outros serviços do Google. Em um mundo em que mais de 200 milhões de pessoas assistem a conteúdo relacionado a jogos diariamente no YouTube, Stadia permite começar uma partida com apenas um botão. “Se você quer assistir a um de seus criadores favoritos jogando Assassin's Creed Odyssey, basta clicar no botão ‘jogar agora’ e, logo depois, você estará correndo pela Grécia antiga na sua própria partida - sem necessidade de downloads, atualizações, patches e instalações.” diz Phil Harrison, Vice Presidente e General Manager do Google Stadia

Além disso, o Stadia também contará com um controle dedicado. Ele possui conexão direta com nossos data centers via wi-fi para oferecer a melhor performance de jogo possível. Ele inclui um botão para capturar, salvar e compartilhar o gameplay em até 4k de resolução e também vem equipado com um botão do Google Assistente e microfone embutido.

Em termos de infraestrutura, mais uma vez o Google segue sem parceria com as operadoras de telecomunicações. Vale lembrar que um cabo submarino entre a Califórnia, nos EUA, e o Chile, batizado de Curie, em homenagem a Marie Curie, cientista que liderou uma série de pesquisas pioneira no campo da radioatividade, tem previsão de ficar pronto.

Trata-se do o primeiro cabo submarino a chegar no Chile em aproximadamente 20 anos. Uma vez instalado, a empresa sustenta que será uma das maiores “rodovias” de dados na região. Com o Curie, o Google se torna a primeira companhia não especializada em telecomunicações que constrói um cabo privado. Mas é bom lembrar também que a ausência das teles pode ser temporária, de todas as OTTs, o Google é o que tem a melhor política de aproximação com o segmento de telecomunicações.

Um projeto do Google que não decolou foi o Google Fiber, anunciado em 2010, e que provocou grandes expectativas num momento em que as operadoras de telefonia estavam se movendo lentamente na implementação de serviços de banda larga. O Google Fiber, no entanto, avançou pouco e se transformou em uma operadora virtual (MVNO) com atuação restrita nos Estados Unidos.

Fonte 1 e Fonte 2


Facebook culpa mudança de configuração em servidor por apagão global

O Facebook culpou uma mudança de configuração de servidor pela falha que afetou o funcionamento da rede social e dos aplicativos de sua propriedade Whatsapp e Instagram em vários países do mundo. Mais uma vez, a empresa se valeu de outra rede social, o Twitter, para fornecer poucas informações sobre o ‘apagão’.

“Ontem, como resultado de uma mudança na configuração de servidor, muitas pessoas tiveram problemas para acessar nossos apps e serviços. Agora resolvemos os problemas e nossos sistemas estão se recuperando. Lamentamos muito a inconveniência e agradecemos a paciência de todos”, informou o FB.

Segundo agências de notícias dos Estados Unidos, um porta voz da empresa acrescentou que “fizemos uma mudança na configuração que disparou uma série de problemas em cascata”. O problema durou mais de 12 horas e a empresa indicou que estaria sendo superado no que seria o início da tarde no Brasil desta quinta, 14/3.

Em novembro do ano passado, quando uma falha também deixou sem acesso a rede social, mas por poucas horas, o Facebook também apontou para o mesmo motivo: “uma configuração do servidor causou problemas intermitentes em todos os apps globalmente”.

Fonte


Google está trabalhando para levar o Fuchsia OS a novos Chromebooks

A Google vem trabalhando para avançar o desenvolvimento do Fuchsia OS, seu novo sistema operacional que pode acabar substituindo o Android, buscando formas de aplicá-lo em uma variedade cada vez maior de aparelhos. Agora, uma nova alteração no código do sistema indica que ele pode ser instalado nos novos Chromebooks equipados com processadores AMD.

A mudança no código do sistema operacional foi postada no fórum de gerenciamento do código fonte dele, sendo o primeiro passo para que os Chromebooks com AMD possam bootar o Fuchsia sem problemas. A mudança, de maneira simplificada, permite que os notebooks possam iniciar o kernel Zircon, necessário para usar o SO.

A alteração no código também menciona a possibilidade de trabalhar em multiboot, ou seja, ter mais de um sistema operacional instalado na mesma máquina. Atualmente, existem poucos modelos de Chromebooks com processadores AMD, sendo alguns deles o HP Chromebook 14 e o Acer Chromebook 315.

Fonte


Do 'ghosting' à terceirização: as novas formas de pedir demissão

Yuichiro Okazaki e Toshiyuki Niino são ótimos em pedir demissão. Nos últimos 18 meses, eles pediram para sair de pelo menos 1,5 mil empregos.

Mas a dupla não está deixando seus próprios cargos. Os dois são sócios de uma start-up, com sede em Tóquio, que oferece um serviço personalizado a funcionários que estão morrendo de vontade de pedir demissão, mas precisam de uma mãozinha.

"A maioria deles tem medo do chefe", diz Okazaki.

"Eles sabem que seus chefes vão dizer: 'Não, você não pode desistir'. Acho que é por causa da cultura japonesa - desistir de algo é ruim. Quando querem sair do emprego, sentem que são uma pessoa ruim."

É neste momento que a Senshi S entra em ação, oferendo um serviço chamado Exit ("saída", em tradução livre). Por 50 mil ienes, a companhia entra em contato com o chefe do cliente e entrega o pedido de demissão por procuração.

Às vezes são necessárias várias tentativas. Em outras, as empresas se recusam a negociar com a Senshi S e dizem que o funcionário deve entregar o pedido pessoalmente.

Mas quando o serviço é realizado com sucesso, o alívio dos clientes pode ser imenso. "Houve um cliente que disse: 'Você é um messias'", conta Okazaki.

Segundo ele, este homem queria sair do emprego há 10 anos e "estava realmente sofrendo com o trabalho".

O executivo estima que cerca 30 empresas oferecem serviços semelhantes atualmente no Japão. Tradicionalmente os trabalhadores japoneses permanecem a vida toda no mesmo emprego, mas nos últimos anos a rotatividade aumentou. Além disso, a escassez de mão de obra significa que há também um mercado para quem está em busca emprego.

"As pessoas estão mudando, mas a cultura não está mudando, tampouco as empresas... e é por isso que as pessoas precisam de nós", diz Okazaki.

É claro que conseguir que outra pessoa entregue seu aviso prévio é uma das maneiras mais inusitadas de pedir demissão. E embora conversar com o chefe ainda seja provavelmente a opção mais popular, há quem adote outras estratégias dependendo das circunstâncias da partida.

Pode ser que você precise sair logo depois que entrou ou descubra que a vaga não era exatamente o que você tinha em mente - ou até mesmo que você não consegue desempenhar a função. Nestes casos, em vez de ter uma conversa desconfortável com o chefe, há quem opte por desaparecer.

Esse tipo de comportamento no ambiente de trabalho é conhecido como ghosting, palavra derivada de ghost (fantasma). O termo surgiu no campo dos relacionamentos amorosos e significa encerrar de repente qualquer tipo de contato com a pessoa, sem dar a menor explicação. Agora, a prática evolui para o mundo corporativo.

No fim do ano passado, o Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) - um dos principais indicadores da econômica dos EUA - chegou a fazer referência ao fenômeno.

Chris Yoko, que dirige uma empresa de web design no Estado americano da Virgínia, teve uma experiência bizarra com um fornecedor que deveria finalizar um projeto digital de casa.

"Esse cara tinha acabado de começar com a gente - ele parecia uma boa escolha, parecia um cara genuinamente bom. Começamos com um projeto bem simples para nossos padrões. Ele concordou, [mas] chegou quinta-feira - e não havia nada lá."

Foram vários e-mails e mensagens na caixa postal sem resposta. No fim das contas, em meio ao silêncio total do fornecedor, o trabalho foi passado a outro profissional.

Pouco tempo depois, um homem que se identificou como amigo dele entrou em contato via e-mail. Disse que ele tinha morrido em um acidente de carro e pediu alguns arquivos fiscais que a família precisava. Mas Yoko sentiu que havia algo errado e decidiu checar a conta do fornecedor no Twitter.

Na rede social, parecia que ele estava bastante vivo. Na verdade, tinha acabado de responder o tuíte de um primo confirmando presença em uma reunião de família.

"Ele respondeu a essa pessoa com uma foto dele com uma garrafa de uísque na mão dizendo: 'Não só eu vou, como vou levar isso", lembra Yoko. "Eu fiz uma captura de tela e encaminhei para o cara: 'Olha, uma boa notícia, parece que ele está bem!'"

Fingir a própria morte para evitar continuar em um trabalho é obviamente um exemplo extremo. Mas sair e cortar todo o contato com o empregador parece estar em alta.

Uma gerente de nível médio que trabalha no setor de varejo no Reino Unido (que não quer ser identificada) disse que abandonou a empresa - onde havia sido contratada por um período de experiência de três meses - porque conseguiu outro emprego que precisava dela imediatamente. E foi embora.

Isso aconteceu no início da carreira dela, no auge da recessão. Ela afirma que sua saída se deve em parte à percepção de como as relações com os empregadores podem ser "inseguras e instáveis".

"Eu tinha colegas que faziam a avaliação de fim de ano e nunca mais voltavam porque tinham sido cortados da equipe. Você vê como o empregador pode ser cruel. Então, como funcionário, você pensa: 'Na verdade, não preciso ir amanhã'."

E talvez ela tenha uma certa razão. Não são apenas os trabalhadores que desaparecem sem dar uma palavra. A maioria das pessoas não recebe resposta ao se candidatar a uma vaga de emprego. Outros podem não ter retorno inclusive após participar de uma entrevista presencial durante o processo seletivo.

Um homem contou à BBC que sofreu ghosting de possíveis empregadores depois de elaborar documentos estratégicos, fazer testes e até passar por três rodadas de entrevistas.

Chris Gray, diretor administrativo da empresa de recrutamento Manpower no Reino Unido, diz que o fato de os trabalhadores estarem virando a mesa é, em parte, um sintoma do mercado de trabalho em expansão no mundo desenvolvido.

O baixo índice de desemprego nos EUA e no Reino Unido significa que é "muito fácil para eles abandonarem o processo e partirem para outra, por assim dizer", diz ele.

E ele reconhece que há muito pouco a ser feito depois que alguém resolve desaparecer sem dar explicações.

"Uma vez que você já perdeu tempo como recrutador ou empregador de alguém que acabou de desaparecer, você não quer perder mais tempo tentando descobrir por que a pessoa sumiu", diz ele.

"Acho que tudo o que podemos fazer para mitigar parte disso é sermos mais proativos na criação de bancos de talentos; construir relacionamentos o mais cedo possível. Conhecer as pessoas antes de precisar delas."

Quanto aos trabalhadores, embora seja capaz de atender às suas necessidades imediatas, praticar ghosting com um empregador pode ter consequências no longo prazo. Assim como acontece no universo dos relacionamentos amorosos, ninguém guarda boas recordações de alguém que nunca se despediu.

"É muito pouco profissional", adverte Dawn Fay, presidente regional da consultoria americana de recrutamento Robert Half.

"Não recomendo a ninguém, seja você um empregador ou funcionário, nunca pratique ghosting."

A executiva reconhece os motivos por trás da prática - algumas pessoas simplesmente não gostam de conflitos ou de decepcionar os outros, enquanto outras acabam perdendo o interesse durante processos seletivos longos, por exemplo.

As empresas, diz Fay, podem fazer a sua parte "garantindo que o processo (seletivo) ande rapidamente" e se comunicando com os candidatos com total transparência.

Ela lembra ainda que os "fantasmas" podem voltar para assombrar quem pratica ghosting.

"É algo que pode realmente voltar e te afetar mais adiante na sua carreira. Você nunca sabe onde as pessoas vão estar, então você precisa se certificar de que vai sempre se comportar profissionalmente, não importa o que aconteça."

Fonte


Nike comemora aniversário do tênis Air Max com intervenção artística em São Paulo

Ação começa no sábado no Beco do Batman, onde sessenta tênis do modelo Air Max 720 serão vendidos antecipadamente pela ferramenta de geolocalização do site

Querendo celebrar a criatividade da paisagem urbana de São Paulo, que abriga hoje uma verdadeira galeria a céu aberto de grafites em seus prédios e muros espalhados pela metrópole, a Nike decidiu comemorar o aniversário de seu modelo de tênis Air Max – que em 2019 chega a 39 anos de história – fazendo a sua própria contribuição à arte da cidade.

Em parceria com o Instagrafite, coletivo de arte de rua que possui uma das maiores galerias digitais da produção do tipo e serviu de curador ao projeto, a Nike vai patrocinar os grafites de quatro artistas na capital paulista, que farão trabalhos baseados na versatilidade dos Air Max. Ao longo do próximo mês, a marca vai promover intervenções de Muretz, Kueia, Loucos e Mari Mats em diferentes locais de São Paulo.

A primeira intervenção acontece no próximo sábado, dia 23 de fevereiro, quando à partir das dez da manhã o artista Muretz começará a fazer seu grafite da ação no Beco do Batman com base no modelo Air Max 720. E quem visitar o local da intervenção poderá comprar o tênis homenageado antecipadamente – ele ainda está em fase de pré-venda no site oficial da Nike.

A parte bacana desta promoção, porém, é quem resolver comprar o modelo deverá fazer usando a ferramenta de geolocalização do celular pelo site Nike.com.br/sp. Mas os interessados tem que correr: só haverão 60 pares disponíveis para compra no local.

A Nike deve anunciar nos próximos dias os locais e datas das outras intervenções.

Fonte


Next, do Bradesco, endossa multicloud na jornada digital

O projeto do Next, banco digital do Bradesco, criado em 2017, começou, na prática, em 2012, o que demonstra que montar uma infraestrutura 100% digital exige planejamento e estratégia. O Next contratou a Dell Technologies não apenas para prover infraestrutura, mas para fazer consultoria e atuar em uma área essencial: a da inteligência competitiva. A equipe da Dell, composta por cerca de 80 profissionais entre cientistas de dados, arquitetos de dados e engenheiros, foi responsável pelo desenvolvimento de algoritmos, considerados essenciais para o funcionamento da iniciativa, revelou o superintendente executivo do Next, Jeferson Garcia Honorato, em encontro com a imprensa, nesta quarta-feira, 16/01, em São Paulo, para a divulgação de estudo da Dell Technologies sobre transformação digital.

O Next contabiliza, hoje, 550 mil clientes ativos, sendo que em dezembro foram ativadas 101 mil novas contas, o que permitiu uma média de cinco mil contas digitais abertas por dia. "O mais importante: 82% desses clientes não eram clientes Bradesco", observou. Para ser 100% digital, o Banco Next avançou no uso da nuvem. O ambiente multicloud é realidade. As informações mais sensíveis estão numa cloud privada. "Tudo que o cliente não quer é ter seu dado exposto de maneira indevida", sinalizou Honorato.

Mas não há aversão à nuvem pública. Ao contrário. Já há aplicações, não estratégicas, armazenadas nos grandes fornecedores de tecnologia de nuvem. Uma delas é a que permite usar a localização do cliente para identificar o endereço por meio de certificação digital. "Funciona muito melhor do que o envio de uma foto de um comprovante por WhatsApp em termos de prevenção de fraude", diz. Honorato admite que a cautela é necessária quando se fala em nuvem, até por questão da privacidade de dados.

A partir do final deste mês, uma nova onda de serviços será lançada - e muito desses novos produtos foram desenhados com a ajuda dos algoritmos e da equipe de cientistas de dados da Dell. "Os algoritmos são essenciais na nossa estratégia. Antes, a inteligência competitiva era muito óbvia. Os concorrentes estavam mapeados. Hoje o processo mudou. Só de fintechs são 42 contabilizadas, fora as que estão chegando e nós não sabemos", diz Honorato.

Para o executivo do Next, é preciso entender que há uma bolha nos grandes centros do Brasil onde a realidade digital é mais intensa, mas ainda falta infraestrutura nas regiões mais distantes. "Ter mais celular do que escova de dente não é caminho para se saber se há inclusão digital de fato", adverte. Honorato lembra que há mais de 40 milhões de brasileiros não bancarizados, boa parte deles em classe econômica mais desfavorecida e que há um leque de oportunidades para a oferta de serviços financeiros.

Hoje, observa ainda o executivo, a plataforma Next está conectada à de compliance do Bradesco e há mais de 400 APIs conectadas com plataformas externas, entre elas, o Uber, por exemplo, para a oferta de produtos e benefícios aos clientes. "Podem ter certeza que essas APIs retroalimentam a evolução das áreas tradicionais do Bradesco, onde em cada unidade de negócios há equipes olhando o que é feito no Next", acrescenta. Para as próximas etapas, o executivo diz que o Next vai investir muito no território da voz, o elemento natural do relacionamento do ser humano.


Até o Twitter terá um "Stories" pra chamar de seu

Apelidada por enquanto de "News Camera", nova ferramenta será introduzida para alimentar viés jornalístico da plataforma e agregar conteúdo original à rede

A “snapchatização” da vida é real. Seguindo o modelo de negócios do Facebook para todas as suas plataformas, o Twitter planeja introduzir nos próximos meses uma ferramenta de câmera de fácil acesso que permitirá ao usuário postar fotos, vídeos e transmissões ao vivo antes de compartilhá-las na timeline – o que é uma medida um tanto curiosa se pensar que o microblog já há tempos conta com um acessório de câmera e lives entre suas opções de tweet.

De acordo com o TechCrunch, a nova ferramenta da rede social será chamada de “News Camera” e será introduzida a princípio como um meio para potencializar o viés jornalístico da plataforma, onde todo e qualquer usuário pode reportar os eventos em seu perfil. Não deixa de ser uma tentativa honesta de trazer algum tipo de conteúdo original ao site, entrando em concorrência direta com rivais como o Instagram e o próprio Snapchat depois de divulgado que seu número diário de usuários ativos não é tão grande quanto destas redes.

Prévia do visual da “News Camera” (fonte: TechCrunch)

De acordo com relatos do usuário Matt Navarra, que já teve acesso à “News Camera”, a nova seção poderá ser acessada deslizando o dedo para a esquerda e permitirá entre outras coisas escolher entre seis fundos coloridos para a parte de texto e adicionar uma localização.

Questionado pelo TechCrunch, o Twitter confirmou o desenvolvimento da ferramenta mas declarou que ela ainda está em estágios iniciais de concepção e que portanto não possui uma previsão de lançamento oficial.


Gmail adiciona diversas novas opções no menu direito

A partir do dia 22 de fevereiro, o Gmail disponibilizará diversas novas opções em seu menu direito. Segundo o anúncio do Google, foram acrescentadas novas funcionalidades ao menu que aparece ao clicar com o botão direito em cima de um email.

Atualmente, o recurso apresenta as opções: Arquivar, Excluir ou Marcar com não lida. Mas, com a atualização, o menu passará a mostrar outras possibilidades, como Responder, Encaminhar, Mover para alguma pasta, entre outras.

Todas essas opções já aparecem no menu superior da plataforma, algumas delas um pouco mais escondidas. E é justamente por isso que o menu direito mais incrementado vem para facilitar as ações, tornando o processo mais ágil

A atualização já começou a ser distribuída para usuários do G Suite de forma gradual.

Fonte


Milhões de bots e contas falsas são deletadas do Instagram, mas limpeza pode não ter sido proposital

Diversos usuários reportaram uma perda agressiva de seguidores nas últimas horas, incluindo em contas de celebridades como Selena Gomez e Ariana Grande

Que o Instagram tem um problema notável com bots e contas falsas todo mundo já sabe. Além de já ter confirmado que tem muita dificuldade em controlar a presença de perfis que vendem seguidores nas redes, a plataforma de fotos e vídeos desde novembro vem aplicando uma nova e mais rigorosa política contra os perfis automatizados, buscando impedir o fenômeno de popularidade fake se dissemine pela rede social.

Nas últimas horas, porém, a empresa parece ter tomado medidas drásticas para acabar com a farra dos bots em sua plataforma. Na madrugada desta quarta-feira (13), diversos usuários do Instagram relataram em outros sites (especialmente no Twitter) uma queda drástica do número de seguidores de suas contas. O fenômeno, pelo visto, também atingiu celebridades como as cantoras Selena Gomez e Ariana Grande, que viram sua comunidade reduzir em 2 e 3 milhões de usuários, respectivamente.

A ação, em teoria, foi consequência de uma limpa feita pela própria plataforma, que deletou milhões de contas às quais considerava “não-autênticas”, incluindo aí perfis falsos, bots e mesmo conta inativas. Mas ainda que faça muito sentido que milhões de seguidores sumam numa medida destas, o próprio Instagram confundiu um pouco as coisas ao lançar o comunicado no Twitter abaixo, avisando que estava ciente de um “problema que está causando mudanças nos números de seguidores” e que estaria “trabalhando para resolver o mais rápido possível” a situação.

Agora resta saber se o plano de extinção mais agressivo de bots e fakes da plataforma pode ou não ter acarretado em algum tipo de bug para o aplicativo. Fique atento ao B9 para novas informações sobre o caso.

Fonte