Relacionamento 2.0 – Daniel Bryan

2010 chegou e junto um grande desafio… estabelecer metas, objetivos e maneiras de alcançá-los. A atitude é estratégica, o plano tem que ser perfeito, e para isso é necessário conhecer bem o mercado, ter experiências positivas e negativas e muita dose de criatividade para ultrapassar obstáculos.

Post inspirado em conversa com um amigo sobre como construir relacionamento com possíveis clientes e de fato transformar esta relação em negócios.

Entendo Empresa como um conjunto organizado com processos produtivos que visam lucro. Marca, representação simbólica da empresa para consumidores diferenciar serviços/produtos por meio de conceitos, crenças e valores. Produtos, promessas para atender necessidades, este último se divide em primária (afeta a saúde do homem, como alimentação) e secundária (não afeta a saúde, como diversão).

Comunicação é serviço, este formado por métodos e processos que resultam em bens intangíveis (ainda mais com a era digital rs): sites, vídeos, games e softwares.

Se fizermos uma analogia das necessidades entre a vida corporativa e a humana, a comunicação ficaria entre as necessidades secundárias, pois trata de algo “supérfluo” para os Administradores, não concorrendo com despesas fixas, matéria prima e conserto de equipamentos.

Do ponto de vista comercial, ações de comunicação podem alavancar as vendas, fortalecer a imagem corporativa e aumentar a precificação por diferenciação. Por outro lado, poucas empresas estão dispostas a investir verba para um retorno a médio/longo prazo, sendo que bons vendedores se dispõem a visitar clientes e trazer resultados imediatos.

Aqui surge um enorme desafio: Como desenvolver um relacionamento com quem você não conhece para vender algo supérfluo? Quais os mecanismos que de fato transforma um relacionamento em negócio?

O interesse por um produto se dá no momento da necessidade (seja primária ou secundária), o interessado levanta opções com preços que julgue ser justo e valores de marca que estejam próximos aos seus conceitos… nesta equação vencerá o mais barato. Em serviços, o profissional envolvido tem muito mais peso do que a marca da empresa, menor preço não é sinônimo de trabalho e um ótimo relacionamento pode garantir a continuidade de serviços prestados.

Telefonar, visitar feiras, enviar newsletters, materiais impressos, lembrancinhas, presentes, cafés, almoços e jantares em lugares especiais… sabemos que todas as ações são válidas porém o que de fato vira negócio?

Na prática concluí que nenhuma atitude acima dá certo, que os conceitos de Marketing de Relacionamento e Guerrilha agora são superados por uma palavra tão pequena chamada Empatia. Quando o “santo não bate”, não adianta ter a melhor marca, a melhor equipe e muito know-how.

Neste sentido acredito que a Internet assume um papel relevante neste “marketing relacional” devido a interatividade que proporciona entre consumidor e empresa, permitindo conhecimento mais detalhado, descomprometido, livre de técnicas persuasivas e intrusivas que nada adianta na era da informação. As redes sociais apontam ser os ambientes do futuro para a construção do relacionamento, seja social ou corporativo, a exemplo de grandes marcas promovendo diálogos pessoa a pessoa através do Twitter, Facebook, Orkut e Blogs.

Qual a sua experiência a respeito?

Novo Site Grupo Delga

Foi um grande projeto em equipe, todo dinâmico em sua estrutura (tecnologia backoffice), com arte finalização em 3D e interações em Flash. Inaugurado em 01/02/2010, para mais detalhes acesse: www.delga.com.br.

Até a próxima,
Daniel Bryan