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“- Ai se eu fosse programador…” – assim ouvi muitos insights de amigos sobre o que fariam caso soubessem programar para smartphone. Após recente experiência, compartilho dicas que podem contribuir, e até de certo modo, desmistificar os famosos Apps.

Começou há alguns meses atrás, quando assumi o desafio de desenvolver aplicativos mobile para articulação e mobilização de causas sociais em redes. Ávido por informações (noites e mais noites sem dormir rs rs), descobri uma iniciativa Open Source chamado PhoneGap, capaz de transformar estruturas Web em App Móvel nas principais plataformas (Android, iOS, Blackberry, Windows Phone, Palm Web OS, Bada e Symbian) usando apenas HTML, CSS e Javascript – a verdadeira luz no fim do túnel.

Vamos do começo… concentro somente no que considero “o pulo do gato”.

Estrutura base em HTML:
A “sacada” é desenvolver toda a estrutura de canais e páginas como eram feitos os sites nos primórdios da Internet: “o bom e velho HTML” – lembra das primeiras experiências web via bloco de notas? A estrutura tem que ser simples assim.

Posicionamento com tabelas e CSS:
O melhor jeito de posicionar elementos são através de tabelas (HTML) e CSS. Importante ressaltar que imagens, vídeos e blocos de textos têm que ter largura automática de 100% com altura proporcional, fazendo com que todo o conteúdo seja fluído nas diferentes proporções de telas.

Para aprender novos macetes e tags, aconselho observar códigos a partir de serviços especializados em mobile, por exemplo onbile.

Conteúdo dinâmico:
As plataformas (Android, iOs e outros) não processam linguagens capazes de gerar conteúdo dinâmico. A solução é intermediar via Javascript o acesso a linguagens como PHP/ASP (aqui entra banco de dados) alocados em web hosting.

jQuery Mobile:
Num primeiro momento achei o jQuery Mobile mágico e facinante pela capacidade de gerar códigos padronizados. O front-end web tem uma interface arraste-e-solte prática e dedutíva. Porém, para aplicativos com muitas páginas, tornam-se carregados e com problemas de performance. Acho que vale somente para Apps com no máximo 3 páginas e conteúdo estático.

Para fechar, vale a reflexão… o Mobile representa novas formas e multiplicação na produção de conteúdo, sendo que todo universo infomacional está a um clique. Assim, acontece quando usuários dão um Like, RT ou compartilham imagens.

Não vejo como tecnologia que substitui modelos mais convencionais – ao contrário – o Mobile é um instrumento a mais e capaz de articular pessoas em todos os momentos e lugares. Tudo indica que estes ambientes e dispositivos serão os percussores da Web 3.0.

Gostou?
O caminho tá apresentado… agora é encher o Google Play com iniciativas criativas e brazucas 😛

Alguns Apps

Apresento alguns apps que estão em meu portfolio (template em HTML5 + CSS, conteúdo dinâmico em PHP + banco MySQL):


Donato
http://bit.ly/OL8Fjw

UFABC MOB
http://bit.ly/McKyaz

Fora do Eixo
http://bit.ly/QsfQhx

Gabriel Medina
http://bit.ly/QE59uU

José Américo
http://bit.ly/NkxbFZ

Marcio Pochmann
http://bit.ly/ODJXnE

Marco Civil
http://bit.ly/QzwIA2

MMM
http://bit.ly/QY9G7Q

Partido Pirata
http://bit.ly/Psyo0B

Somos Haddad
http://bit.ly/Q1UTuy