Ciberataque é a tentativa de invadir sistemas e máquinas para se apoderar, a motivação pode ser criminosa quando pedem resgate financeiro, como aconteceu com o recente caso WannaCry e BitCoin. E existem ataques de cunho político-ideológico, como as informações que vazaram em março pelo WikiLeaks, foram cerca de 8 mil documentos “furtados” da CIA, entre eles encontraram-se operações e ferramentas de espionagem.

Vulnerabilidades são documentadas para serem resolvidas, assim sistemas iOS, Android, Windows, e aparelhos de última geração como Smart TVs, acabam sendo um poderoso ambiente para trafegar dados, gravar vídeos e enviar áudios.

Outra técnica são os malwares, programação para interferir em sistemas, e spyware para observar e enviar informações. Quanto mais usado um sistema, melhor será sua compatibilidade. Nessa lógica sistemas como Windows e Android ficam no topo de mais afetados. Isso também ocorre na Web com WordPress por exemplo, com uma ressalva, enquanto milhares malwares são criados, soluções surgem na mesma proporção de iniciativas colaborativa.

Existem marcas, como a Apple, que apostam no controle ponta a ponta, ou seja fabricam Hardware e Software, mesmo assim não estão ilesos de ataques.

O que eu recomendo?

Em tempos de conexão ultraveloz, computação em nuvem, a melhor solução é redundar dados. Docs do Google Drive podem ter réplica no Dropbox. Arquivos de HD terem cópias em outro HD / Pen assim por diante. Essa é a lógica adotada por grandes empresas, sites e sistemas onlines.

Recomendo CloudHQ para clonar nuvens. Dropbox como repositório geral. E AmazonS3 para backup de sites.

Windows

Esse ambiente sustenta um modelo de mercado de licenças e suporte – nada contra – recomendo ter ecossistema todo atualizado, antivírus atual e visitas técnicas periódicas.

Não caia no discurso que a culpa é da Pirataria, o que vale mesmo é ter o último pacote e este não controla os meios de onde conseguiu a licença. A catraca é mais moral do que sistêmica.

Culpa dos sistemas?

Não, a maior vulnerabilidade ainda é do usuário. São aqueles cliques pegadinhas, e-mails e promoções enganosas.

Um ótimo caminho seria promover a educação digital, marcas, mercados e empresas podem reforçar a cultura das redes. Instruções básicas para o uso consciente e ético de infras, apps e dispositivos em geral. É preciso despertar a responsabilidade, provocar cidadania, direito e deveres no digital e não somente explorar fins comerciais.

Escolas cumpririam um ótimo papel de ampliar essa discussão (-_-)

Deepin, o Linux mais elegante e intuitivo

Recomendo como alternativa ao Windows para uso pessoal e corporativo. Foi o Linux mais elegante e intuitivo degustado até o momento #ficaadica

Por onde começar?

No Windows, baixe o ISO e “queime” um Pen com Rufus. No Linux, use o utilitário nativo com essa dica.

A instalação é simples e amigável, não vou delongar no processo, apenas mostrar um pouco do visu do ambiente.

Herdou muitas referências do MacOS e Windows. Usa conceito Dock (barra lançadora de apps) e grade de aplicativos tipo Android.

Toda a configuração roda num widget a direita, parece a barra de notificações do Mac.

Vem nativo: CrossOver (roda programas de Windows), Deepin Boot Maker, Deepin Movie, Deepin Music Player, Deepin Screen Recorder, Deepin Screenshot, Deepin Voice Recorder, Google Chrome, Skype, Spotify, Steam e muitos outros têm na APPStore.

Tô com Deepin há 3 meses em par com Mac, não tenho o que reclamar ¯\_(ツ)_/¯ (✌゚

Até!!!

(Imagem: HypnoArt / Pixabay)